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BluePrint em Curitiba!   1 comment

A oficina teórico-prática BluePrint de cianotipia propicia, de maneira lúdica e empírica, a compreensão e a impressão histórica artesanal de fotografias sem o uso de câmeras fotográficas.

Inscrição

http://www.up.edu.br/cursos-livres/oficina-blueprint-de-cianotipia

A Cianotipia é uma técnica alternativa de impressão fotográfica, que constitui a base de muitas outras técnicas alternativas. Ela propicia o fazer fotográfico pelas próprias mãos. Ela provoca surpresa, encantamento, reflexão, e nos possibilita trazer para o nosso tempo a vivência do início da história fotográfica. Além disso, desde a década de 1960 tem sido utilizada por artistas que empregam a fotografia como forma de expressão. E por educadores como um instrumento que fomenta a cultura, conhecimento e cidadania.

Trabalhar com procedimentos artesanais na fotografia é entusiasmante, e quando eles nos possibilitam a vivência do início da história fotográfica, trazendo para o nosso tempo descobertas feitas no século XIX, isso pode ser mágico, e a Cianotipia nos proporciona isso.

A professora é conhecida nacionalmente e tem ministrado o curso em importantes espaços educacionais e culturais em diferentes locais no Brasil: Porto Alegre, Canela e São Paulo.

TEMAS ABORDADOS

Na oficina BluePrint são apresentadas a teoria e a prática da Cianotipia. Os alunos aprendem todas as etapas para criarem seus cianótipos, explorando na prática diversas possibilidades criativas. As dinâmicas são individuais e coletivas, de sensibilização, prática e análise fotográfica. Também recebem informações sobre a história da fotografia no século XIX, com enfoque na descoberta da Cianotipia.

Para a criação de cianotipia utilizando negativos os alunos enviarão 10 imagens fotográficas – detalhes serão encaminhados na confirmação do curso – com até sete dias de antecedência do início das atividades para isabellacarnevalle@gmail.com. Destas imagens quatro serão editadas por Isabella, transformadas em negativos e posteriormente em cianotipias pelos alunos. Aqueles que não enviarem os arquivos digitais poderão utilizar negativos disponibilizados pela oficina BluePrint.

CONTEÚDOS DOS MÓDULOS

  • Teoria da história da fotografia no século XIX com recorte no período da descoberta da cianotipia.
  • Confecção e utilização do visor de pinhole – aparato didático que demonstra a formação de imagens no interior da câmera fotográfica.
  • Teoria sobre a cianotipia com exibição de portifólio de Isabella e cianótipos que não deram certo, seguido de explicações.
  • Prática de pinceladas e foto contato com uso de plantas e objetos bidimensionais seguida de análise dos resultados.
  • Prática com foto contato de negativos seguida de análise dos resultados.

PÚBLICO

Aprendizado de uma técnica de impressão de imagens como nova ferramenta de criações artisticas na área das artes visuais. Qualquer pessoa que queira vivenciar esse processo pode participar, inclusive não é necessário saber fotografar.

INVESTIMENTO

2 parcelas de R$350,00. Alunos da UP têm 30% de desconto.

PROFESSORA

Isabella Carnevalle
Nascida em Porto Alegre-RS, Isabella Carnevalle é fotógrafa e artista visual desde 1997. Atuou no mercado jornalístico paulista por quatro anos, publicando em jornais como Valor Econômico, Folha de São Paulo, Agora São Paulo e Estadão e em revistas como a National Geographic. Hoje, dedica-se a experimentações fotográficas do século XIX e a ministrar oficinas que lidam com a imagem como forma de expressão. Já ofereceu a oficina BluePrint no Madalena Workshops – Centro de estudos da imagem (São Paulo), no Festival Canela Foto Workshops (Canela), no Centro de Fotografia Espm-Sul (Porto Alegre), na Associação Cultural Vila Flores (Porto Alegre), no Projeto Artemosfera (Porto Alegre) e na Câmera Viajante – Escola de Fotografia (Porto Alegre), além de no seu ateliê. A fotógrafa tem sido contemplada em financiamentos culturais e participou de diversas exposições individuais e coletivas, com imagens premiadas no Brasil e no exterior.

COORDENADORA

Joseane Zanchi Daher

SERVIÇO

Quando
23, 24 e 25 de junho
Sexta-feira, das 19h30 às 21h30.
Sábado, das 9h30 às 17h30.
Domingo, das 9h30 às 12h30

Onde
Nex Coworking
R. Francisco Rocha, 198 – Curitiba, PR

INSCRIÇÃO
http://bit.ly/2r6CLqP ou
http://www.up.edu.br/cursos-livres/oficina-blueprint-de-cianotipia

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A History of Photography in Which the Camera Is Absent   Leave a comment

Isabella

 Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with photographs by Charles David Winter and Jacob von Narkiewicz-Jodko (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Batchen points out that what helped cameraless photography thrive in postwar art was the ability to layer images into two-dimensional assemblages, something practiced by artists like Man Ray and Christian Schad. László Moholy-Nagy especially excelled at it with his dynamic photograms, some of which are on view in his current retrospective at the Guggenheim Museum.

“Many artists responded by seeking to abandon or overthrow prevailing conventions of reality, conventions associated with bourgeois society and therefore with the established social and political system,” Batchen states. “In other words, seeing itself became a political issue.”

And this augmenting of seeing keeps cameraless photography interesting, with plenty of curiosities packed in Emanations. Hiroshi Sugimoto’s 2008 “Lightning Fields” capture electric discharge right on the plates, while Michael Flomen started making in 1999 impressions of the paths of fireflies as they moved on color reversal film, and in 1993 Joan Fontcuberta covered his whole car windshield with film and blasted it with light to capture the dead insects and dirt. The main connection between these historic and contemporary projects is the lack of the camera as a framing device, as well as treating the photograph as a tactile medium, a light-sensitive blank slate on which to capture some ghostly, fleeting impression of the world.

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Anna Atkins, “Partridge” (1856–61), cyanotype, from presentation album, compiled in 1861, 25.5 x 20.0 cm (courtesy Hans P. Kraus Jr.)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Oscar Gustave Rejlander in collaboration with Julia Margaret Cameron, Untitled (“Kate Dore with Photogram Frame of Ferns”) (1862), albumen photograph, 19.6 × 15.0 cm (courtesy Victoria and Albert Museum)

Pages from 'Emanations: The Art of the Cameraless Photograph' (photo of the book for Hyperallergic)

Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with work by Robert Rauschenberg (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

E. E. Fournier d’Albe, “Shadowgraph of Ectoplasm from the Irish Goligher Circle” (June 13, 1921), gelatin silver photograph (courtesy Cambridge University Library)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Curtis Moffat, “Abstract Composition” (1925), gelatin silver photograph, 36.5 × 29.0 cm (courtesy Victoria and Albert Museum)

Pages from 'Emanations: The Art of the Cameraless Photograph' (photo of the book for Hyperallergic)

Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with photographs by György Kepes (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Len Lye, “Georgia O’Keeffe” (1947), gelatin silver photograph, 42.9 × 35.9 cm (courtesy Len Lye Foundation Collection, Govett-Brewster Art Gallery / Len Lye Centre, New Plymouth)

Shimpei Takeda, "Trace #7, Nihonmatsu Castle (Nihonmatsu, Fukushima)" (2012), gelatin silver photograph, 40.0 × 50.5 cm (courtesy the artist)

Shimpei Takeda, “Trace #7, Nihonmatsu Castle (Nihonmatsu, Fukushima)” (2012), gelatin silver photograph, 40.0 × 50.5 cm (courtesy the artist)

Bai Yiluo, "Dead Flies" (detail) (2001), five gelatin silver photographs hung side-by-side as a unit (courtesy Galerie Urs Meile, Beijing and Lucerne)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph is out now from Prestel/Delmonico BooksThe Emanations exhibition continues at the Govett-Brewster Art Gallery (42 Queen Street, New Plymouth, New Zealand) through August 14. 

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