Arquivo para a Tag ‘Impressão artesanal

Imensa Cianotipia é criada durante o Revela-T 2017   Leave a comment

Genial!!!
Durante o Revela-T 2017 – Contemporary Analog Photography Festival em Barcelona fizeram uma cianotipia gigante com um grupo de crianças de uma escola local – La Inmaculada.
A inciativa foi realizada por Constanza Isaza y Andrés Pantoja  da Lux Darkroom agorinha há pouco, no dia 28 de maio de 2017. Foram sete minutos de exposição durante o sol próximo ao meio dia.
Aqui estão os vídeos com o making of e algumas fotinhos, o resultado ficou lindo!!! Parabéns à Lux Darkroom e ao Festival Revela-T pela iniciativa!!!
No vídeo abaixo o breve ensaio de como as crianças se posicionariam
e aqui como tudo aconteceu!!!

Com algumas fotinhos feitas pela Lux Darkroom durante o processo

 

 

Anúncios

BluePrint em Curitiba!   1 comment

A oficina teórico-prática BluePrint de cianotipia propicia, de maneira lúdica e empírica, a compreensão e a impressão histórica artesanal de fotografias sem o uso de câmeras fotográficas.

Inscrição

http://www.up.edu.br/cursos-livres/oficina-blueprint-de-cianotipia

A Cianotipia é uma técnica alternativa de impressão fotográfica, que constitui a base de muitas outras técnicas alternativas. Ela propicia o fazer fotográfico pelas próprias mãos. Ela provoca surpresa, encantamento, reflexão, e nos possibilita trazer para o nosso tempo a vivência do início da história fotográfica. Além disso, desde a década de 1960 tem sido utilizada por artistas que empregam a fotografia como forma de expressão. E por educadores como um instrumento que fomenta a cultura, conhecimento e cidadania.

Trabalhar com procedimentos artesanais na fotografia é entusiasmante, e quando eles nos possibilitam a vivência do início da história fotográfica, trazendo para o nosso tempo descobertas feitas no século XIX, isso pode ser mágico, e a Cianotipia nos proporciona isso.

A professora é conhecida nacionalmente e tem ministrado o curso em importantes espaços educacionais e culturais em diferentes locais no Brasil: Porto Alegre, Canela e São Paulo.

TEMAS ABORDADOS

Na oficina BluePrint são apresentadas a teoria e a prática da Cianotipia. Os alunos aprendem todas as etapas para criarem seus cianótipos, explorando na prática diversas possibilidades criativas. As dinâmicas são individuais e coletivas, de sensibilização, prática e análise fotográfica. Também recebem informações sobre a história da fotografia no século XIX, com enfoque na descoberta da Cianotipia.

Para a criação de cianotipia utilizando negativos os alunos enviarão 10 imagens fotográficas – detalhes serão encaminhados na confirmação do curso – com até sete dias de antecedência do início das atividades para isabellacarnevalle@gmail.com. Destas imagens quatro serão editadas por Isabella, transformadas em negativos e posteriormente em cianotipias pelos alunos. Aqueles que não enviarem os arquivos digitais poderão utilizar negativos disponibilizados pela oficina BluePrint.

CONTEÚDOS DOS MÓDULOS

  • Teoria da história da fotografia no século XIX com recorte no período da descoberta da cianotipia.
  • Confecção e utilização do visor de pinhole – aparato didático que demonstra a formação de imagens no interior da câmera fotográfica.
  • Teoria sobre a cianotipia com exibição de portifólio de Isabella e cianótipos que não deram certo, seguido de explicações.
  • Prática de pinceladas e foto contato com uso de plantas e objetos bidimensionais seguida de análise dos resultados.
  • Prática com foto contato de negativos seguida de análise dos resultados.

PÚBLICO

Aprendizado de uma técnica de impressão de imagens como nova ferramenta de criações artisticas na área das artes visuais. Qualquer pessoa que queira vivenciar esse processo pode participar, inclusive não é necessário saber fotografar.

INVESTIMENTO

2 parcelas de R$350,00. Alunos da UP têm 30% de desconto.

PROFESSORA

Isabella Carnevalle
Nascida em Porto Alegre-RS, Isabella Carnevalle é fotógrafa e artista visual desde 1997. Atuou no mercado jornalístico paulista por quatro anos, publicando em jornais como Valor Econômico, Folha de São Paulo, Agora São Paulo e Estadão e em revistas como a National Geographic. Hoje, dedica-se a experimentações fotográficas do século XIX e a ministrar oficinas que lidam com a imagem como forma de expressão. Já ofereceu a oficina BluePrint no Madalena Workshops – Centro de estudos da imagem (São Paulo), no Festival Canela Foto Workshops (Canela), no Centro de Fotografia Espm-Sul (Porto Alegre), na Associação Cultural Vila Flores (Porto Alegre), no Projeto Artemosfera (Porto Alegre) e na Câmera Viajante – Escola de Fotografia (Porto Alegre), além de no seu ateliê. A fotógrafa tem sido contemplada em financiamentos culturais e participou de diversas exposições individuais e coletivas, com imagens premiadas no Brasil e no exterior.

COORDENADORA

Joseane Zanchi Daher

SERVIÇO

Quando
23, 24 e 25 de junho
Sexta-feira, das 19h30 às 21h30.
Sábado, das 9h30 às 17h30.
Domingo, das 9h30 às 12h30

Onde
Nex Coworking
R. Francisco Rocha, 198 – Curitiba, PR

INSCRIÇÃO
http://bit.ly/2r6CLqP ou
http://www.up.edu.br/cursos-livres/oficina-blueprint-de-cianotipia

Em 2016 o Dia Mundial da Cianotipia é em 24 de setembro!   Leave a comment

Inquietações levaram cientistas de diferentes áreas a se debruçar e descobrir simultaneamente em diferentes partes do mundo como fixar uma imagem formada a partir de reações químicas provocadas pela luz em um suporte minimamente duradouro.

O descobridor da cianotipia, o inglês Sir John Frederick William Herschel, cientista e astrônomo que tinha múltiplos interesses investigativos trouxe à luz a impressão em azul apenas três anos depois de Talbot e Daguerre terem anunciado seus inventos.

engraved-portrait-of-a-young-woman-john-herschel-2

Retrato de uma jovem mulher impresso em cianotipia por  Sir John William Herschel, 1842 –  Mede 10.20 x 07.8 cm

Diferente de várias pesquisas que já vinham sendo feitas em torno dos sais de prata, Herschel, após conduzir diversas investigações neste sentido – memorandos dele revelam que em fevereiro de 1840 havia realizado cerca de setecentos experimentos usando sais de prata – desenvolveu estudos abrangendo outros compostos de metais sensíveis à luz.

E descobriu em 1842 que o Ferricianeto de Potássio (K3Fe(CN)6) e o Citrato de Ferro Amoniacal  (C6H11FeNO7), solúveis em água, quando expostos à luz solar, formavam o químico também conhecido como Cianótipo, Ferroprussiato e Blueprint, de coloração azul da Prússia – corante usado no tingimento dos tecidos dos uniformes militares prussianos, daí o nome.

As fontes primárias sobre as investigações de Sir John são as suas notas manuscritas experimentais, memorandos, e impressões de teste, e seus trabalhos científicos publicados a partir deles. Cadernos experimentais de Herschel estão na Biblioteca do Science Museum de Londres e alguns documentos originais estão no Humanidades Research Center – HRC -, da Universidade do Texas em Austin. A correspondência de Herschel, em conjunto com os projetos de seus artigos publicados e algumas impressões de teste são mantidos na biblioteca da Royal Society, em Londres.

Apesar da cianotipia não sido tão popular, provou ser dos métodos de impressão fotográfica mais permanentes. Existem exemplares de cianotipias de Herschel desde 1842. A maioria ainda estão na Grã-Bretanha, dividida entre a coleção do National Media Museum – antes chamado National Museum of Photography, Film and Television -, localizado em Bradford e no The Museum of the History of Science na Universidade de Oxford, ambos na Inglaterra. E algumas das gravuras de amostras descritas em memorando estão no HRC.

Um ano após a descoberta da cianotipia temos um marco na história da fotografia. A botânica inglesa Anna Atkins  utilizou o recém descoberto processo do cianótipo e criou o primeiro livro a ser impresso e ilustrado fotograficamente – Photographs of British Algae: Cyanotype Impressions -, publicado em fascículos a partir de 1843.

E demonstra que o meio da fotografia poderia ser cientificamente útil e esteticamente belo.

Desde a década de 1960 a Cianotipia tem sido bastante utilizada por artistas que empregam a fotografia como forma de expressão.

anna_atkins_algae_cyanotype

Cianotipia em fotograma de Atkins que está no primeiro fascículo do Photographs of British Algae Cyanotype Impressions

Oficina BluePrint em parceria com o Festfoto Porto Alegre   Leave a comment

Mais uma parceira bacana acontecendo com a oficina BluePrint – Festfoto Porto Alegre – estou bem contente!!!

A BluePrint acontece agora em setembro e faz parte das comemorações do Dia Mundia da Cianotipia, comemorado em 19/09!

 

FESTFOTOPOA 2016

Revelan fotos en plantas utilizando sus pigmentos naturales   Leave a comment

Un fotógrafo uruguayo utilizó a la naturaleza para revelar sus fotos: hojas de plantas y pétalos que a través de los rayos del sol imprimieron las imágenes con su clorofila y pigmentos naturales.

Por Matilde Moyano

Taco de reina, tabaco, hiedra, zarzamora, paraíso, oreja de elefante, y hasta perejil son solo algunas de las plantas que utilizó un fotógrafo uruguayo para revelar las fotografías que le sacó a su hijo.

Federico Ruiz Santesteban decidió recurrir a una antigua técnica que utiliza la fotosensibilidad vegetal para imprimir imágenes, es decir, las hojas y pétalos no contienen tintas, químicos, ni emulsiones adicionadas, y eso es lo que hace interesante este trabajo: utilizar la clorofila y los pigmentos de la naturaleza.

Bajo el título ‘El extraño caso del jardinero’, Ruiz reveló simbólicamente una historia, ya que se trata de fotografías que muestran el crecimiento de su hijo, quien desde que chiquito expresó un gran interés en cuidar el jardín. La idea que refleja esta muestra es que las plantas empezaron a agradecerle al ñiño por los cuidados que este les brindó, a través de estas ‘revelaciones’.

Para quienes se interesan en el aspecto técnico del proceso a través del cual fue posible obtener estas fotografías: a partir de una fotografia digital convertida en una pieza que se utiliza como el ‘negativo’, se usan los rayos del sol como ‘ampliadora’ y a las hojas y pétalos como papel fotográfico que en vez de contener una emulsión artificial, poseen sus componentes fotosensibles naturales, los cuales se exponen al sol generando sombras y accesos a la luz. Las hojas y pétalos se comienzan a tabajar cuando aún están vivas, y podría decirse que la manera de revelar fotos en ellas se trata de un ‘marchitar selectivo’.

Experimentar con emulsiones naturales representa la posibilidad del acceso a que más personas puedan aprender este tipo de fotografía, por lo que este trabajo podría representar el inicio de algo más grande.

 

Fonte: Postagem de Marcos Varanda em rede social. Revelan fotos en plantas utilizando sus pigmentos naturales

A History of Photography in Which the Camera Is Absent   Leave a comment

Isabella

 Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with photographs by Charles David Winter and Jacob von Narkiewicz-Jodko (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Batchen points out that what helped cameraless photography thrive in postwar art was the ability to layer images into two-dimensional assemblages, something practiced by artists like Man Ray and Christian Schad. László Moholy-Nagy especially excelled at it with his dynamic photograms, some of which are on view in his current retrospective at the Guggenheim Museum.

“Many artists responded by seeking to abandon or overthrow prevailing conventions of reality, conventions associated with bourgeois society and therefore with the established social and political system,” Batchen states. “In other words, seeing itself became a political issue.”

And this augmenting of seeing keeps cameraless photography interesting, with plenty of curiosities packed in Emanations. Hiroshi Sugimoto’s 2008 “Lightning Fields” capture electric discharge right on the plates, while Michael Flomen started making in 1999 impressions of the paths of fireflies as they moved on color reversal film, and in 1993 Joan Fontcuberta covered his whole car windshield with film and blasted it with light to capture the dead insects and dirt. The main connection between these historic and contemporary projects is the lack of the camera as a framing device, as well as treating the photograph as a tactile medium, a light-sensitive blank slate on which to capture some ghostly, fleeting impression of the world.

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Anna Atkins, “Partridge” (1856–61), cyanotype, from presentation album, compiled in 1861, 25.5 x 20.0 cm (courtesy Hans P. Kraus Jr.)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Oscar Gustave Rejlander in collaboration with Julia Margaret Cameron, Untitled (“Kate Dore with Photogram Frame of Ferns”) (1862), albumen photograph, 19.6 × 15.0 cm (courtesy Victoria and Albert Museum)

Pages from 'Emanations: The Art of the Cameraless Photograph' (photo of the book for Hyperallergic)

Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with work by Robert Rauschenberg (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

E. E. Fournier d’Albe, “Shadowgraph of Ectoplasm from the Irish Goligher Circle” (June 13, 1921), gelatin silver photograph (courtesy Cambridge University Library)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Curtis Moffat, “Abstract Composition” (1925), gelatin silver photograph, 36.5 × 29.0 cm (courtesy Victoria and Albert Museum)

Pages from 'Emanations: The Art of the Cameraless Photograph' (photo of the book for Hyperallergic)

Pages from ‘Emanations: The Art of the Cameraless Photograph,’ with photographs by György Kepes (photo of the book for Hyperallergic)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph

Len Lye, “Georgia O’Keeffe” (1947), gelatin silver photograph, 42.9 × 35.9 cm (courtesy Len Lye Foundation Collection, Govett-Brewster Art Gallery / Len Lye Centre, New Plymouth)

Shimpei Takeda, "Trace #7, Nihonmatsu Castle (Nihonmatsu, Fukushima)" (2012), gelatin silver photograph, 40.0 × 50.5 cm (courtesy the artist)

Shimpei Takeda, “Trace #7, Nihonmatsu Castle (Nihonmatsu, Fukushima)” (2012), gelatin silver photograph, 40.0 × 50.5 cm (courtesy the artist)

Bai Yiluo, "Dead Flies" (detail) (2001), five gelatin silver photographs hung side-by-side as a unit (courtesy Galerie Urs Meile, Beijing and Lucerne)

Emanations: The Art of the Cameraless Photograph is out now from Prestel/Delmonico BooksThe Emanations exhibition continues at the Govett-Brewster Art Gallery (42 Queen Street, New Plymouth, New Zealand) through August 14. 

oficina BluePrint na universidade Positivo – em Curitiba – agora em agosto!   Leave a comment

BluePrint e Universidade Positivo_novo

%d blogueiros gostam disto: