Arquivo para a Tag ‘vídeo poético documental

Encantamentos na “luz do Ártico”   Leave a comment

Vídeo usa milhares de fotos para mostrar

“luz do Ártico”

“Depois de ter lançado um vídeo mostrando a Via Láctea do alto da montanha mais alta da Espanha, o fotógrafo norueguês Terje Sorgjerd cumpriu o que havia prometido em entrevista ao site de VEJA. Ele registrou as magníficas cores projetadas pelo sol na região do Ártico, quatro semanas antes do sol da meia noite, época do ano em que a estrela nunca se põe no Hemisfério Norte.

O vídeo divulgado pelo fotógrafo é o resultado de uma jornada de 12 dias, entre 29 de abril e 10 de maio. De acordo com Sorgjerd, a empreitada poderia muito bem ter custado a própria vida. Ele caiu nas águas geladas do Ártico duas vezes e foi hospitalizado depois de cair de uma pedra. As imagens não sofreram praticamente nenhuma alteração. As cores são reais”.

Fonte: Vídeo usa milhares de fotos para mostrar \’luz do Ártico\’ – Ciência – Notícia – VEJA.com.
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O Fantástico do Real…   Leave a comment

Ainda não sei como, nem o que, mas certamente assistir a este registro Fantástico do Real está alimentando um novo ensaio em mim… Compartilho a boa provocação com todos!

“Um telescópio gigante chamado VLT, localizado no Deserto do Atacama, no Chile, capta belíssimas imagens do céu quase diariamente. Os cientistas Jose Francisco Salgado e Stephane Guisard, do European Southern Observatory (ESO), pegam essas imagens e, em um trabalho artístico, colocam em série, para dar a idéia de passagem de tempo.”…

publicado às 10:32, 30/05/2011 – ÉPOCA – Blog do Planeta | O meio ambiente que você faz » O balé do planeta Terra » Arquivo

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/planeta/2011/05/30/o-bale-do-planeta-terra/ via Jorge Diehl, em rede social.  

Um pouco mais de Thomaz Farkas…   Leave a comment

Aqui vai um vídeo feito pelo próprio Farkas. Quando o vi, foi como mais uma oportunidade de conhecer este ser humano bastante particular, que entre tantas coisas, foi fotógrafo… E ainda curti o Pixinguinha, outro que merece nossa reverência… Compartilho com vocês, boa curtição!

 

E em 31 de março, a Simonetta Persichetti publicou no jornal Estado de São Paulo – Cultura

O legado de Farkas

A mostra ‘Uma Antologia Pessoal’ reafirma a importância do fotógrafo que morreu dia 25

A exposição Thomaz Farkas: Uma Antologia Pessoal, em cartaz no Instituto Moreira Salles, prorrogada até o dia 1.º de maio, reúne 40 anos de fotografia desse fotógrafo, cineasta, empresário e incentivador da arte brasileira que se foi na sexta-feira, dia 25 de março. Perde a fotografia, perde o cinema, perdem as artes de forma geral.

foto de Thomaz Farkas

Thomaz Farkas marcou sua vida como grande incentivador do Brasil, dos brasileiros. Parte dessa sua ideia pode ser vista nesta mostra, com cem imagens, muitas inéditas, que foi trabalhada durante dois anos por seus filhos João e Kiko Farkas, e pelo conjunto de pesquisadores e curadores do Instituto Moreira Salles.

Farkas nasceu na Hungria em 1924, aos 6 anos veio para o Brasil, onde seu pai tornou-se um dos sócios-fundadores da Fotóptica. Dois anos depois, aos 8, Thomaz ganhou sua primeira câmera e durante os seguintes muitos anos, fotografou tudo o que via pela frente. Hábito que, na verdade, guardou até poucos dias antes de ser internado, depois do carnaval, no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.Na exposição podem ser vistas imagens que ele produziu a partir da década de 1940, quando se inscreveu no Foto Cine Clube Bandeirantes e se revelou – ao lado de fotógrafos como Geraldo de Barros, German Lorca, Marcel Giró – um dos expoentes da fotografia moderna brasileira. Uma fotografia que busca referências nas vanguardas europeias e norte-americanas e apresenta novas formas de olhar e construir a imagem.

Não uma composição naïf – seguidora do pictorialismo ingênuo das naturezas-mortas e das marinhas – mas uma imagem viva, pujante, que segue a modernização das cidades. Uma construção geométrica criada nas luzes, nas sombras, nos cortes inovadores e pontos de vista inusitados. Uma imagem que não acalma, mas desafia o olhar.

Também nesta exposição estão reunidos trabalhos posteriores, com uma abordagem mais humanista, quando Thomaz procurou se aproximar do documental, fotografando, por exemplo, o Rio de Janeiro e sua vida nas praias, os moradores de bairros populares e a inauguração de Brasília.

Os amigos. Ironicamente, durante anos ele escondeu esse seu lado fotógrafo que somente se tornou mais conhecido a partir de 1996, quando ele publicou pela DBA, seu livro Thomaz Farkas, Fotógrafo, uma iniciativa de sua colaboradora e curadora Rosely Nakagawa. A parti daí, o baú abriu-se e as fotografias de Thomaz Farkas começaram a brotar, narrando a história do Brasil, a construção de Brasília, uma expedição pelo Rio Amazonas, com seu amigo o poeta e biólogo Paulo Vanzolini, a cidade de São Paulo, os amigos, os cães: Filé, seu grande companheiro, vira-lata caiçara de Paraty e, ultimamente, a Chica, uma beagle que o seguia feito uma sombra. Tudo era motivo para uma foto.

Mas Thomaz Farkas não se contentou com isso. Queria mais. Queria trazer à tona o olhar dos inúmeros fotógrafos brasileiros que nas décadas de 1970 e 1980 criaram a excelência da fotografia brasileira. Abriu a Galeria Fotóptica e por ela passou quase que a maioria dos fotógrafos que hoje – cheios de sucesso – estão nas páginas, revistas e mostras da cidade: nomes como Claudio Edinger, Cassio Vasconcellos e até mesmo Sebastião Salgado. Fundamental também foi a revista Fotóptica, que imortalizou as mostras e a fotografia brasileira. Uma revista que marcou época quando a fotografia ainda não invadia de forma tão contundente o mercado da arte brasileira.

Thomaz Farkas sempre esteve presente aos festivais de fotografia. Sempre se levantava e pedia um viva para a fotografia brasileira. Quase um grito de guerra que se calou no último fim de semana. Mas a obra de Thomaz é imortal. Ele deixa um legado de discípulos que com ele aprenderam a contar histórias. Quando morreu o fotógrafo também húngaro André Kertész, em 1985, Cartier-Bresson afirmou: “Todos devemos algo a Kertész”. Hoje, os fotógrafos brasileiros sabem que devem alguma coisa a Thomaz Farkas.

QUEM É
THOMAZ FARKAS
FOTÓGRAFO

Nascido na Hungria em 1924, ele atuou também como professor, produtor e diretor de cinema. Integrou o lendário Cine Clube Bandeirantes e fundou a pioneira revista Fotóptica.

THOMAZ FARKAS: UMA ANTOLOGIA PESSOAL
Instituto Moreira Salles
Rua Piauí, 844, tel. 3825-2560. Higienópolis.
De 3ª a 6ª, 13h/19h. Sáb. e dom., 13h/18h. Até 1º/5

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-legado-de-farkas,699590,0.htm

Poéticas do trançado   Leave a comment

O vídeo “Poéticas do trançado”(5’30”) – co-autoria de Marcelo Gobatto, e elaborado a convite da artista Ana Norogrando – fez parte da instalação de mesmo nome, exposta no ESSA POA É BOA, de 01 agosto 2007 à 24 fevereiro 2008.

Ele também é um segundo momento do meu projeto kaingang índios no urbano… um novo horizonte, que teve a primeira etapa financiada pelo FUMPROARTE-POA, e foi exposto como instalação fotográfica no Centro Cultural Usina do Gasômetro. Ambos aconteceram em Porto Alegre – Brasil, com imagens e sons captados em aldeias e espaços Kaingang no Rio Grande do Sul.

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